Plano Nacional de Banda Larga

Olá.

A Telebrás anunciou hoje as 100 primeiras cidades a receberem o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) e, dentre elas temos as seguintes cidades sergipanas. Veja lista abaixo:

Os critérios utilizados para a seleção das cidades foram o IDH – Índice de Desenvolvimento Humano -, municípios que possuem a menor densidade de banda larga e atendimento  pelos programas de inclusão social e distribuição por estado. Desse modo, os moradores destes municípios poderão usufruir de uma conexão de Internet mais veloz.

Mais o que é uma conexão banda larga?

Em termos gerais, uma conexão de Internet banda larga possui uma velocidade de conexão de 1 Megabyte (Mb) ou superior, mas esse velocidade ainda não têm um consenso entre provedores de Internet, empresas de telefonia e Governo. Como exemplo, temos o seguinte no Nordeste. Com exceção dos parques tecnológicos que existem nas principais capitais e universidades da região Nordeste, a maior velocidade de conexão ofertada pela OI Velox para o usuário doméstico é de 1 Mb e, mesmo assim existem localidades dentro de uma mesma cidade onde a conexão banda larga não é disponibilizada. A desculpa são os custos da tecnologia e o baixo número de domícilios com telefonia fixa.

Já em São Paulo a menor velocidade ofertada pelo Speedy, provedor de Internet de propriedade da Telefônica, é de 1 Mb! Mesmo assim já é um ganho, pois o Governo pretende colocar como velocidade mínima o padrão de 512 Kbps (Kabytes por segundo) e, em municípios como Carira isso é um avanço enorme devido a dificuldade de ter uma boa conexão de Internet.

Outro detalhe é que a banda larga hoje está disponível através de uma linha telfônica fixa, de um modem 3G (via celular), pelo sistema via rádio e, logo pela rede elétrica (http://www.guiadohardware.net/artigos/internet-rede-eletrica/). Com isso abre-se várias possibilidades tecnológicas para a inserção do cidadão a Internet, o que falta esclarecer é o valor dessa conta ao usuário doméstico.

Até mais.

Equipe NTE’3

Atividades para 2010

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Olá a todos.

Estamos muito desatualizados, o que é culpa nossa pela essa falta de comunicação com vocês mas, iremos atualizá-los sobre as ofertas de cursos e capacitações que irão ocorrer no ano de 2010.

Dentre elas destacam-se, os cursos do ProInfo Integrado com os cursos de Educação Digital – introduação ao Linux Educacional com carga horária de 40 horas, o curso Tecnologias na Educação – ensinando e aprendendo com as TICs com um total de 100 horas (esse na modalidade semi presencial) e a novidade deste ano será o curso Elaboração de Projetos de carga horária de 40 horas, também semipresencial.

Temos os cursos e oficinas do TV Escola com a 4ª edição do curso de Educação Patrimonial e as oficinas pedagógicas de utilização do material do DVD Escola e da TV Digital. Já o Rádio Educ/SE vem com a proposta de dois cursos, Ressignificando Práticas Pedagógicas e Produções Radiofônicas e a oficina Audacity.

Pelo NTE temos o curso Tecnologias Educacionais que forma o professor para o exercício de suas atividades nos Laboratórios de Informática Educativa (LTEs) e as oficinas do Linux Educacional sobre instalação, configuração e resolução de pequenos problemas para as máquinas que se encontram instaladas.

Ufa é muito. Que nada ainda temos o curso Aluno Integrado e a implantação do projeto UCA – Um computador por Aluno, para este ano. E olha que temos Copa do Mundo e as eleições. Então ao trabalho.

André Luiz

Coordenador ProInfo – NTE’3

Prêmio Instituto Claro

Olá.

Recebi essa informação que é bem interessante para nós professores que realizarmos projetos sobre a utilização dos meios tecnológicos na educação.

Prêmio Instituto Claro incentiva novas práticas educacionais

Estão abertas desde 24 de junho as inscrições para o Prêmio Instituto Claro – Novas formas de aprender. No total, mais de R$ 100 mil em prêmios serão concedidos para projetos e práticas educacionais, trabalhos acadêmicos e de iniciação científica.

Com objetivo de estimular e reconhecer iniciativas que potencializem o uso das novas tecnologias de informação e comunicação para o desenvolvimento de oportunidades de aprendizagem inovadoras, o Prêmio é dividido em três modalidades: Pesquisa, Desenvolvimento e Vivência.

As inscrições vão até o dia 4 de setembro e serão feitas neste mesmo site, onde estarão disponíveis o regulamento e fichas de inscrição para cada modalidade e categoria. Poderão participar estudantes de graduação, curso técnico e pós-graduação; instituições educativas formais e não-formais; e educadores e professores.

As iniciativas inscritas serão avaliadas por uma comissão técnica composta por especialistas em educação e tecnologia. A premiação acontecerá no mês de outubro em São Paulo, em data a ser anunciada pelo Instituto, durante seminário que contará com a presença de convidados que são referências no tema.

Confira abaixo os públicos-alvos, requisitos e descrição de cada modalidade.

Pesquisa

A modalidade Pesquisa pretende estimular estudantes a desenvolverem pesquisas científicas que explorem a temática da causa do Instituto Claro: aprendizagem com as novas tecnologias. Subdivide-se em duas categorias: Graduação e Curso Técnico, que inclui trabalhos de iniciação científica e de conclusão de curso; e Pós-Graduação (Lato Sensu e Strictu Sensu), que inclui trabalhos de especialização, mestrado e doutorado.

Para se inscrever nestas categorias, o estudante deve estar regularmente matriculado e com o projeto ou trabalho de pesquisa a iniciar ou em andamento, tendo de 6 a 12 meses para terminá-lo a partir da data de premiação.

Cada categoria terá uma pesquisa premiada. O trabalho vencedor de Graduação e Curso Técnico receberá R$ 5 mil e o de Pós-Graduação levará R$ 16 mil para financiar o desenvolvimento de parte ou totalidade do projeto.

Desenvolvimento

Esta modalidade foi criada para incentivar instituições educativas – formais e não-formais -, desde escolas e universidades a ONGs e outras associações e organizações, a implementar, manter ou complementar projetos e ideias inovadoras relacionadas à causa do Instituto Claro.

O requisito para se inscrever na modalidade é que o projeto esteja para ser iniciado ou em andamento, e que seja finalizado de 6 a 12 meses após a data de premiação.

O número de premiados da modalidade Desenvolvimento não é pré-definido e será determinado pela comissão técnica. O valor total que será distribuído entre os vencedores é de R$ 80 mil.

Vivência

O objetivo da modalidade Vivência é reconhecer os melhores relatos de práticas educacionais implementadas por educadores e professores a favor da causa do Instituto. As práticas devem estar em andamento por no mínimo 6 (seis) meses ou concluídas no momento em que o educador for efetuar sua inscrição e não podem ser anteriores a janeiro de 2006. A participação nesta modalidade pode ser individual ou em equipe. Duas práticas serão premiadas com um notebook com 3G da Claro cada. Caso a participação seja em equipe, um líder deverá ser nomeado para intermediar a comunicação e o preenchimento dos documentos e formulários de inscrição. A premiação, no caso da equipe, será concedida a este líder.

Sobre o Instituto Claro

O Instituto Claro foi lançado em março de 2009 e tem como missão estimular a discussão e o desenvolvimento de oportunidades de aprendizagem inovadoras e lúdicas, por meio das novas tecnologias de informação e comunicação. Ao eleger a causa da educação, o Instituto incentiva e apoia a revisão, a discussão e a inovação dos processos de ensino e de aprendizagem, compatíveis com a realidade e demandas atuais da sociedade. Sua iniciativa central é este Portal Integrado (www.institutoclaro.org.br), que conta com informações institucionais, além do Observatório e do Laboratório. Uma das finalidades do Portal é divulgar e reconhecer estudos, pesquisas acadêmicas e ações que discutam o impacto das novas tecnologias na aprendizagem, além de disponibilizar jogos e outros recursos para que as pessoas possam, de fato, experimentar formas lúdicas e interativas de aprender. Outros projetos, como a edição de 2009 do Claro Curtas, festival nacional de curtas-metragens, também são gerenciados pelo Instituto. Além disso, estão previstas ações direcionadas ao público interno da Claro, como o Programa de Voluntariado e Doação ao FIA (Fundo da Infância e da Adolescência), com o objetivo de fortalecer o engajamento dos funcionários com a prática de ações sociais.

Fonte:

http://www.institutoclaro.org.br/instituto-claro/fique-por-dentro/noticias/detalhe/premio-instituto-claro-sera-lancado-dia-24-de-junho (acessado em 01/07/09)

UCA – Um Computador por Aluno

Olá.

Navegando pela internet e entre uma coisa e outra, encontrei uma notícia promissora sobre o Projeto UCA (Um Computador por Aluno) que aqui vou postá-la, mas segue o link da notícia (http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&id_conteudo=13764)

Classmate PC educativo que se transforma em tablet é lançado no Brasil

Edileuza Soares | WNews | São Paulo, 01 de julho de 2009

A Intel apresentou ao mercado brasileiro seu mais novo modelo de Classmate PC, netbook projetado para atender o setor educacional. O portátil é o da linha conversível, que funciona também como tablet e já está disponível para fabricação local. Os primeiros modelos nacionais dessa linha devem estar prontos em outubro próximo.

Atualmente apenas duas indústrias locais têm acordos com a Intel para produção de Classmate, que são Positivo e CCE. A Intel não revela se outras empresas poderão vir a fabricar o produto, apenas informa que espera que o novo modelo chegue a um preço mais competitivo às instituições de ensino de todo o país.

Alan Markham, gerente de negócios e ecossistema para área educacional da Intel Brasil, afirma que o preço depende muito do pacote que será contratado pela escola, que poderá selecionar o tipo de aplicação que quer utilizar em sala de aula e também o treinamento dos professores.

O novo netbook Classmate PC pode ser convertido em tablet com tela sensível ao toque para permitir maior aproveitamento pelos alunos na sala de aula. A tela gira 180 graus para os dois lados e vem com câmera integrada de 1.3 megapixel.

Segundo a Intel, o novo design foi projetado com base em pesquisas com etnográficos e resultados dos pilotos para adoção na tecnologia realizados no Brasil e exterior. O objetivo é possibilitar que os estudantes tenham uma maior interaçao com o portátil, que funciona como um livro eletrônico.

O portátil vem equipado com chip Atom com configurações que levam memória de 1G ou 512 MB e HD de 16 GB, 8 GB e 4 GB. O equipamento traz recursos para conexão wireless e teclado resistente a água. Markham um dos destaques é o pacote de software educativo que acompanha o netbook para enriquecer o aprendizado dos alunos.

Um dos programas é o para criação e distribuição de aulas, bem como conteúdo digital. A ferramenta possibilita ao educador gerenciar as atividades em classe e monitorar as aplicações em uso.

“‘O professor sabe em tempo real o que os alunos estão fazendo”, garante Markham. Há também software para avaliar o desempenho dos estudantes, administrar o acesso internet e inibir furtos. O netbook é baseado na plataaforma de gerenciamento da Intel vPro, que possibilita administrá-lo a distancia.

Essa tecnologia permite bloquear o equipamento em caso de furto ou roubo. A tecnologia da empresa pode ser aplicada também para cancelar o acesso do estudante, após determinado prazo. Esse recurso pode ser útil para quando o aluno faltar muitos dias na escola.

Laptop educacional

O Classmate PC concorre com o laptop de US$ 100 da OLPC (One Laptop per Child), defendido pelo cientista Nicholas Negroponte e foi lançado no mercado mundial em 2006. De lá para cá a máquina evoluiu em no ano passado passou a ser montado com processador Atom. No Brasil já há alguns pilotos para uso da tecnologia em sala de aula, sendo o maior projeto é o de Piraí.

A cidade fluminense adquiriu 5,5 mil unidades de Classmate PC da versão anterior. A adoção dos portáteis faz parte de uma iniciativa do governo municipal para implantação do programa Um Laptop por Aluno (UCA) em toda a rede de ensino público do município.

Com esse recurso, o educador pode compartilhar arquivos com os estudantes.  em tempo real com os estudantes e também bloquear sites e aplicações, colocando em prática aulas colaborativas.

Ciberbullying

Olá a todos.

Assistindo o noticiário televisivo, foi comentado mais uma prática de bullying com a utilização de redes sociais para promover o ódio e a intolerância. Mais você sabe o que é bullying e ciberbullying?

Bullying é um termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully ou “valentão”) ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender.

Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de bullying pela turma.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying (acessem para mais informações)

Cyberbullying é uma prática que envolve o uso de tecnologias de informação e comunicação para dar apoio a comportamentos deliberados, repetidos e hostis praticados por um indivíduo ou grupo com a intenção de prejudicar outrem.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cyberbullying (Acessem, também, essa reportagem: http://blog.gestao.adv.br/index.php/2009/06/10/cyberbullying-voce-ja-ouviu-falar/)

Com a Internet, surgem verdadeiras “praças virtuais” através das redes sociais que reúnem pessoas de diversas partes unidas por interesses comuns. São exemplos de redes sociais o Orkut, o MySpace, o Facebox entre outros. Todos possuem características comuns.

  1. A maioria que frequenta é formada por jovens;
  2. Eles acessam a partir de lan-houses em sua maioria;
  3. Atualizam frequentemente a sua página pessoal;
  4. Se envolvem em várias comunidades (interesses comuns).

Uma ferramenta tão bem elaborada que possibilita a união de pessoas de diversas partes (do microcosmo social para o macro) e, que pode ser utilizada para promover a cooperação, pode também, ser utlizada para disseminar o ódio e a intolerância. Basta acompanharem as notícias (http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1124601-6174,00.html) sobre agressões, insultamentos combinadas em comunidades mantidas por redes sociais.

Muitos se escondem dentro delas por pensarem em terem uma falsa ocultação de seus dados pessoais para promoverem insultos e agressões. Pura ilusão. A tecnologia para descobrir o agressor evoluiu muito e, hoje, basta o agredido pedir solicitação judicial para o servidor libere as informações para a polícia localizar o agressor. E até mesmo as redes sociais como o Orkut, possuem um sistema que monitora essas comunidades e páginas podendo tirálas do ar facilmente.

Mas ainda vale a denúncia sobre essas comunidades às empresas que controlam essas redes e a própria polícia, para que essa prática não ganhe grandes proporções. Mais ainda, esclarecer a alunos e professores os prejuízos dessa prática ao desenvolvimento e relacionamento escolar e, principalmente, saber como identifar as práticas de bullying, seus agressores e suas vítimas.

Afinal, ser diferente é normal.